tudo começou com uma música, que curiosamente a minha parte favorita começa ao minuto 1.15. falamos desde então, meros amigos virtuais, uma tristeza, eu sei. era como uma brincadeira de putos, um de nós saía sempre a meio da conversa, o que fazia com que no dia seguinte tivéssemos motivos para a continuar e quem sabe não o faríamos de propósito...
depois desses dias todos, que se não me engano foi cerca de mais de um mês à vontade, falamos então de uma festa (à qual tu foste, e mesmo com um bilhete bem mais barato, eu não pude aparecer) e essa festa era um festival, o marés vivas da tmn. a única razão que nos juntará até aí, o reggae. engraçado, eu sei, parece uma história de amor como nos filmes, juntado por uma coisa que ambos adoramos, não, amamos. mas como disse, não pode aparecer, então só te conheceria um dia mais tarde, o dia 15 de julho de 2011 (boa, consegui decorar uma data). a primeiro achei-te grande 'personagem', um ser inquietante, que não parava quieto, não se calava, só se ria, bem, no fundo, uma Rita Pinto no masculino. falaste para mim acerca do festival, e de uma forma muito pouco original (caso não te lembres, fingiste tropeçar no meu pé). a partir daí começou tudo, dentro de um mês tornamos-nos reais amigos, sem segredos. fui eu a primeira a dizer a palavra tabu, é mesmo assim, a palavra tabu, a do medo, aquela que mais custa dizer no inicio. e adorei a tua resposta, apenas me disseste que não te querias separar de mim e o sentimento era mútuo.
estavas de férias e dizias que só pensavas em mim, e eu acreditei. dizias que largavas a Ilha do Farol por mim, mas aí acredito que era a saudade a falar. mas apenas me dizias que quando cá chegasses querias estar comigo, como amigo, ou algo mais... e eu, não sentia o mesmo que tu, e sempre te dizia. não passavas de um fraco, o meu amigo especial. mas tu não desististe, e naquele dia, o dia 15 de agosto (boa, outra data decorada!) foi quando me realmente convenceste. oficialmente boy e girl friend, com muito amor para dar e vender.
infeliz e felizmente, o nosso inicio não tem sido um conto de fadas e conheço-te tão bem em semanas, como demorei anos a conhecer outras pessoas. temos discutido, atravessado períodos difíceis em que a saudade fala por si, só te lembras do meu sorriso, e eu do teu olhar. só pensas nos meus beijos, e eu nos teus abraços. agora vais outra vez para longe (cheira-me que não curtes o norte do nosso país) e agora que faço? espero por ti, já que por razões ultra-secretas não posso estar contigo antes.
tenho umas certas saudades tuas, poucas, poucas é pouco, muitas, opá, mais ao menos, tenho saudades de estar contigo, de discutir contigo, de te dar a mão, de fugir dos teus beijos, de fugires dos meus, de fingir não te querer, de pedir para não te perder...
hoje foi um dia mau, mas é destes dias que me saem as inspirações, e oxalá eu sentir a tua falta muitas vezes, só significa que cada vez te amo mais, porque te amo.
o número 15 segue do 14, que é o meu número da sorte, e 15 eu terei dentro de um mês e pouco. e 15 é o nosso número, porque aguento-te 15 vezes ao dia, é o meu top das msg's chatas, e ligo-te no máximo 15 vezes por semana, e no máximo escrevo 15 palavras nas msg's que te mando (exepto em momentos de inspiração, aí faço por ultrapassar esse limite). ah, e o meu amor por ti é 15 vezes maior do que no dia 15, e antes do dia 15. porque 15+15= 31, e esse número é o número de dias que penso em ti por mês, e por sua vez por ano, por milénio...
amo-te, não por 15 pessoas, mas só por mim, e acredita que o meu amor por ti é maior que qualquer multidão
Sem comentários:
Enviar um comentário